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O Papa já é Morto!

Veja Quem é Quem na Sucessão

 

DIONIGI TETTAMANZI, arcebispo de Milão, 71 anos. Teólogo, cardeal desde 1998, ele é considerado um moderado e um fiel seguidor de João Paulo II, que para lhe demonstrar sua confiança o nomeou em julho de 2002 arcebispo de Milão, o maior diocese do mundo com quase cinco milhões de fiéis.

ANGELO SCOLA, patriarca de Veneza, 63 anos. Doutor em teologia e filosofia, cardeal desde 2003, ele está ativamente envolvido no movimento católico conservador Comunhão e Libertação.

TARCISIO BERTONE, arcebispo de Gênova, 70 anos. Secretário da Congregação Vaticana para a doutrina da fé desde 1995, cardeal desde 2003, ele se destacou em março de 2005 por uma dura crítica contra "Da Vinci Code", o Código Da Vinci, o romance esotérico religioso do americano Dan Brown.

ANGELO SODANO, 77 anos, secretário de Estado do Vaticano desde dezembro de 1990. Cardeal desde 1991, número dois da Cúria romana, considerado um "mediador paciente", ele foi núncio apostólico no Chile em 1977, durante a ditadura do general Augusto Pinochet.

Não Temos!

GIOVANNI BATTIS RE, prefeito da congregação para os bispos, 71 anos. Cardeal desde 2001, ele fez praticamente toda sua carreira na Cúria romana e na diplomacia do Vaticano. Designado em 1989 "substituto para os assuntos gerais" da secretaria de Estado, ele é o número três da Cúria. Ele foi um dos principais responsáveis pelo sucesso da visita de João Paulo II à Terra Santa, em março de 2000.

IVAN DIAS, diplomata e arcebispo de Bombay, 69 anos. Nascido em Bombay, cardeal desde fevereiro de 2001, ele iniciou em 1965 sua carreira no corpo diplomático do Vaticano, e trabalhou nos países nórdicos, em diversos países africanos, na Coréia do Sul e na Albânia.

TELESPHORE PLACIDUS TOPPO, arcebispo de Ranchi, 65 anos. Cardeal desde outubro de 2003, ele é atualmente presidente da Conferência do bispos católicos da Índia. Ele se destacou por um importante trabalho social no Estado de Jharkand.

JOSEPH RATZINGER, guardião da doutrina, 77 anos. Designado cardeal em 25 de junho de 1977 por Paulo VI, ele é o único dos candidatos que não deve nada a João Paulo II. Teólogo, muito conservador, este alemão se opôs firmemente à Teologia da Libertação pregada por parte do clero sul-americano e aos teólogos reformistas como Hans Kung ou Eugen Drewermannn.

CHRISTOPH SCHOENBORN, arcebispo de Viena, 60 anos. Cardeal desde 1998, tido como moderado, especialista em teologia, brilhante e poliglota, ele se destacou por sua ação de abertura à Igreja do Oriente e considera Viena uma ponte ecumênica entre Oeste e Leste.

OSCAR ANDRES RODRIGUEZ MARADIAGA, arcebispo de Tegucigalpa, 62 anos. Cardeal desde 2001, carismático, ele denuncia o neoliberalismo econômico e defende uma "globalização da solidariedade". Foi um dos artesãos do combate impulsionado por João Paulo II com o Fundo Monetário Internacional ou o Banco Mundial para aliviar a dívida dos países pobres.

CLÁUDIO HUMMES, arcebispo de São Paulo, 70 anos. Franciscano, cardeal desde 2001, ele é considerado um moderado e defende o compromisso da Igreja ao lado dos pobres, mas sem apoiar a teologia da libertação. Ele enfrentou firmemente a ditadura militar de 1964 a 1985 abrindo as igrejas às jovens organizações sindicais e lutou contra o crescimento de outras ideologias e práticas religiosas no Brasil.

DARIO CASTRILLON HOYOS, chefe da Congregação do clero, 75 anos. Cardeal desde 1988, líder de cerca de 400.000 padres no mundo, este colombiano é considerado próximo ao Opus Dei e aos Legionários de Cristo, dois movimentos laicos muito conservadores.

JORGE MARIO BERGOGLIO, arcebispo de Buenos Aires, 68 anos. Cardeal desde fevereiro de 2001, ele foi o primeiro jesuíta a se tornar primaz na Argentina. Avesso ao mundanismo, ele não tem carro, utiliza os transportes públicos e desdenhou a suntuosa residência dos arcebispos de Buenos Aires.

FRANCIS ARINZE, prefeito da Congregação do culto divino, 72 anos. Cardeal desde 1985, especialista do Islã, este nigeriano é considerado muito conservador. Se fosse eleito, Arinze seria o segundo Papa nativo da África, depois de Gelasius I, cujo breve pontificado durou de 492 a 496.

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