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BENEDICTVM XVI

"Habemvs Papam": Joseph Ratzinger é eleito em conclave

 

Ratzinger, de 78 anos, que usou mão-de-ferro para defender a doutrina da Igreja e que, durante todo o longo pontificado de João Paulo 2o, puniu alguns importantes teólogos que criticavam a Igreja, em particular os latino-americanos ligados à teologia da libertação, já era considerado antes de tudo, um "eleitor" influente.

Ratzinger, que presidiu por quase 25 anos, desde 1981, a célebre Congregação para a Doutrina da Fé, conhecido como Santo Ofício da Inquisição, se tornou uma figura conhecida no Vaticano e no mundo.

Chamado de Guardião do Dogma, ele combateu o sacerdócio feminino e condenou a homossexualidade, além de ser contra a comunhão aos divorciados que voltarem a se casar e a impedir o crescimento do laicismo dentro da Igreja, mas não se considera um 'durão'.

"Eu não sou o grande inquisidor e tampouco me sinto uma Cassandra quando examino os fatores negativos na Igreja", diz ele.

Nascido no dia 16 de abril de 1927 em Marktl am Inn, na diocese de Passau, na Baviera, Ratzinger foi ordenado sacerdote no dia 29 de junho de 1951, nomeado arcebispo de Munique em março de 1977 e proclamado cardeal em 27 de junho de 1977 pelo Papa Paulo 6o.

Era um dos três cardeais com direito a voto no conclave que não recebeu o título de cardeal de João Paulo 2o, de quem foi amigo pessoal, conselheiro e braço-direito.

"Ratzinger papa? Pode chegar ao pontificado o cardeal que puniu nos últimos anos milhares de teólogos, desde o brasileiro Leonardo Boff até o suíço-alemão Hans Kung, e que suprimiu o Concílio Vaticano 2o?", perguntava, recentemente, a imprensa italiana.

Será que a Igreja romana suportaria a liderança de uma personalidade com tais características?, perguntam-se numerosos especialistas em assuntos do vaticano.

Até poucos anos a candidatura de Ratzinger ao trono de Pedro era impensável, por ser símbolo de uma polarização conservadora, mas hoje em dia ele é visto como uma figura de transição, com o peso e a autoridade suficiente para substituir um papa do calibre de João Paulo 2o, que foi amado pelas massas de todo o mundo e que se converteu em guia moral dos cristãos

 

 

Imprensa em Israel destaca passado 'nazista' de Ratzinger

 

De acordo com o analista do canal estatal da TV israelense, Oren Nahari, "não há dúvida de que Ratzinger tem uma certa mancha em seu passado".

Nahari também disse que "o novo papa é o mais conservador entre os conservadores e seus principais inimigos são a secularidade e a modernidade".

Logo depois do anúncio da eleição do novo papa, os sinos de todas as igrejas, tanto em Israel quanto nos territórios palestinos, começaram a badalar em sinal de alegria com a notícia.

 

Reconciliação


O presidente de Israel, Moshe Katzav, parabenizou o novo papa, e declarou que espera que ele siga o caminho de João Paulo 2º e continue promovendo a reconciliação e a fraternidade entre as nações do mundo.

O embaixador de Israel no Vaticano, Oded Ben Hur, disse que a escolha de Joseph Ratzinger é um ato conservador por parte da Igreja Católica e que o governo israelense espera que o novo papa continue as boas relações do Vaticano com Israel e com o povo judeu, iniciadas por João Paulo 2º.

 

PROFECIAS: COMO FICA?

Por enquanto pense nisto: Os "Bentos" anteriores chamavam-se "BENEDICTVS" e  o NOVO PAPA vai assinar "BENEDICTVM"... ISTO NÃO É UM NOVO NOME?

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