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Afinal de Contas, Jesus morreu ou só fez uma encenação?

 

A Historia do plano da redenção é rica e mostra o amor de um Deus perfeito por criaturas rebeldes e imperfeitas. Deus fez tudo perfeito, mas o homem desvirtualizou a criação de Deus. (Eclesiastes 07:29).

Após o pecado, Deus colocou em execução, no tempo apropriado, seu plano antecipado de resgate do ser humano. Plano este arquitetado antes da criação do mundo, que requeria a morte de um substituto e conseqüente ressurreição. (I Pedro 1:19-20). Assim como Deus havia pedido a Abraão que ofertasse em sacrifício (Sacrifício = Coisa custosa, muito difícil e penosa) seu próprio filho Isaque, em sinal de seu amor e fé, Deus fez cumprir seu plano feito antes de criar o mundo. Como havia mandado Abraão matar (sacrificar através da morte) seu único filho, Deus executou seu plano feito muito antes de existir Abraão.

Mas Deus, o único imortal em todo Universo (I Tim 06:16), visto ser a origem de toda vida, e que nenhum anjo ou quaisquer outra criatura possuir a imortalidade inerente ou poder ser imortal separado da fonte de imortalidade, fez realizar seu plano através de seu filho unigênito (Único gerado de sua espécie, gerado do pai) (João 03:16), para resgate de muitos.

Neste ponto, entra em cheque o que a Bíblia ensina versus o que o cristianismo popular ensina. O Cristianismo, para se tornar mais popular, em 325, no Concilio de Nicéia, resolver se transmutar e adotar coisas estranhas a Bíblia. Neste concílio, ao qual as forças políticas falavam mais alto que os interesses cristãos legítimos, foi declarado que Jesus era eterno e que o espírito Santo era uma pessoa (Ou um deus) e que os três estavam ligados intimamente e que nenhum é mais antigo ou mais novo que os demais. Este conceito de triunidade é contrário aos ensinamentos do evangelho de Jesus.

Ao se afirmar que a palavra DEUS (de Deut 6:04) quer dizer Triunidade ou Trindade, o sacrifício da morte de Cristo, passa a ser vão, pois se o termo DEUS quer dizer Pai, Filho e espírito, então Jesus, sendo o Filho de Deus não poderia morrer, pois teria imortalidade nata.

Deus não poderia morrer (I Tim 06:16) e se Jesus faz parte desse Deus triúno conseqüentemente era impossível que Jesus morresse. E, caso existisse esse deus triúno, não faria sentido chamar Jesus de filho e afirmar que ele tenha morrido. Se Jesus foi chamado de filho só como alegoria para a humanidade, sua morte também foi alegórica?

 

Sendo assim, Jesus morreu ou não na cruz?

Alguém poderá dizer: “morreu somente a parte humana”. Então Jesus era duas pessoas? Só morreu a parte humana e a parte divina fez um teatrinho? Fez de conta que morreu mas de fato não morreu?

Afinal de contas, Jesus morreu ou não morreu? Jesus é o filho de Deus ou um consorte dele? Jesus é um sócio da empresa Trindade? Jesus poderia morrer ou não poderia morrer de fato?

A Bíblia nos ensina que Deus é um ser pessoal e único (Deut 06:04) e que ele tem um filho (Prover 30:04), A bíblia também ensina que somente Deus tem imortalidade inata (I Tim 06:16) e também afirma que Jesus morreu literalmente (I Cor 15:03). Jesus não possuía a imortalidade, pois caso a tivesse, não poderia morrer literalmente, e então, a bíblia estaria mentido quando afirma categoricamente que ele morreu.

Alguns ainda podem afirmar que Jesus possuía duas naturezas, e que somente a natureza ‘humana’ morreu. Entretanto a Bíblia é clara ao afirmar que Jesus “esvasiou-se, tornando-se servo” (Filipenses 02:07). Sendo servo, Jesus Morreu e Ressuscitou de fato, conforme as escrituras (I Cor 15:03-04). Jesus não possuía a imortalidade própria, mesmo sendo filho de Deus.

Embora fosse filho de Deus, o único filho de Deus gerado do seio do pai, Jesus “aprendeu a obediência nas coisas que sofreu, e mesmo com clamor e lágrimas, orações e súplicas” ao único Deus (Heb 05:07). Jesus morreu de fato, deixando de Existir por três dias, e não teve nada de Jesus que permaneceu vivo durante sua morte (Ecles 09:05). Jesus morreu uma única vez, deixou de existir toda sua natureza para aniquilar pelo seu sacrifício de morte, o pecado (Heb 09:26).

O espírito Santo de Cristo morreu, deixou de existir, assim como o espírito do homem deixa de existir quando o homem morre.(Ecl 09:05) O espírito de Deus se sentiu só, sofreu a separação que o peso do pecado da humanidade pesou em Jesus. Houve uma quebra da união de Deus com seu filho quando da morte de Cristo, houve um lapso, e nesta quebra, nesta morte substituta, Jesus pode reconciliar com Deus aqueles que o aceitam de fato (II Cor 5:18).

A morte de Jesus foi real, e não um teatro de uma trindade imortal e co-eterna. O espírito Santo (mente) de Deus se entristeceu no vazio que a morte do Filho real e unigenito de Deus deixou. Mas inundou de alegria por todos os que a morte vicária de Cristo pode redimir.

Acreditar na existência de um deus triúno é afirmar que Jesus não morreu realmente, e que tudo foi só um teatro, um showzinho.

Dizer que Jesus tem duas naturezas e que somente a natureza humana morreu é heresia e fere o plano da redenção. Fere a sentença de Deus de que quem pecar deva morrer (Ezeq 18:04) e de que Cristo morreu esta morte substituta para redimir pecadores.

Afirmar também que Jesus não pecou por que a natureza divina não permitiu ou que Jesus veio como Adão antes de pecar, é ir contra a palavra de Deus que diz: “Pelo que convinha que em tudo fosse feito semelhante a seus irmãos, para se tornar um sumo sacerdote misericordioso e fiel nas coisas concernentes a Deus, a fim de fazer propiciação pelos pecados do povo.” (Heb 02:17). Jesus foi feito semelhante ao homem caído, e em tudo sofreu. Não havia uma válvula de escape chamada natureza divina em que Jesus pudesse se agarrar. Jesus sofreu e morreu de fato!

“Porque não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; porém um que, como nós, em tudo foi tentado, mas sem pecado. (Hebr 04:15).

E então irmão, tem ainda dúvidas de que Jesus podia morrer e que Morreu de fato e não foi só encenação de uma trindade imortal?

Nunca se esqueça que o único que possui imortalidade é Deus, o pai (I Tim 06:16).

Mas tão importante quanto a morte real e substituta de Cristo, é sua ressurreição. Jesus é a primícia dos que dormem (I Cor 15:20).

Quando completada sua obra de redenção, Jesus entregará ao Deus eterno o reino, quando houver destruído toda potestade e poder (I Cor 15:24), e aí então o próprio filho de Deus (filho mesmo, não parte de um Deus composto) se sujeitará ao Pai, que lhe entregou tudo( I Cor 15:28).

Assim como a cruz não foi encenação, a ressurreição de Cristo também não o foi. (I Cor 15:20; Heb 09:28);

Crer que exista um Deus Triúno é negar a realidade da morte e da ressurreição de Cristo, é anular seu sacrifício, sacrifício de um Deus de amor e de seu filho. Feito unicamente para salvar uma humanidade que foi amada com amor eterno (Jeremias 31:03).

 

Apêndice: Explicações adicionais:

1 – Na Bíblia não existe o termo trindade, e nem o termos Co-eterno. A trindade foi cunhada no terceiro e quarto séculos, para fazer com que o cristianismo fosse aceito pelos pagãos que estavam acostumados com suas trindades pagãs.

2 – A Bíblia não nos diz que Deus é formado por pai, filho e espírito santo, mas diz sim que Deus é um só e que tem um filho, e que o espírito de Deus é santo e que é a mente de Deus, assim como o espírito do Homem é a mente do homem (I Cor 2:11). O homem não é duas pessoas por que tem um espírito, mas o espírito faz parte do homem e o espírito de Deus faz parte de Deus.

3 – O Dogma/Doutrina da Trindade afirma que “o pai é Deus, o filho é Deus, e o espírito Santo é Deus, mas não são três deuses”. Aí sim, não são três, mas sim quatro – três simples e um composto pelos três.

4 – O Grande Conflito originou-se devido Satanás desejar fazer uma trindade no céu (Deus, Jesus, Lúcifer). Como não pode fazer o que queria por lá, satanás fez na terra, tentando-se passar pelo espírito que o pai e o filho comungam entre si.

5 – No livro “A Trindade” que a IASD publicou para defender o dogma católico, na versão brasileira, pg 280,281, podemos ler “Embora a divindade não pudesse literalmente morrer, é como se houvesse morrido” “a cada passo do caminho da cruz’. O livro ainda afirma que Ellen White “seguiu o mesmo tema de Atanásio e dos primeiros autores trinitarianos” (pg 281) insistindo em uma trindade co-eterna e uma morte simbólica, não literal. Na bíblia desconhecemos autores trinitarianos, visto este assunto ter sido incluído no cristianismo no concílio de Nicéia, que resolver personalizar a mente ou espírito de Deus. Com a Romanização do cristianismo, quem rejeitasse o conceito da Trindade, e da morte simbólica de Cristo, foi perseguido.

6 – Apesar de Deus ter criado o homem a sua imagem e semelhança, Homem e mulher (Veja artigo sobre Adão e Eva - http://tempodofim3.tripod.com/AdaoEvaImagens.htm ) nenhum ser foi criado para representar a 3ª Pessoa da trindade.

7 – Apesar de não ser citado adoração nem mesmo a presença de uma terceira pessoa no Apocalipse, os teólogos insistem em afirmar o que Deus não disse e nem está escrito na Bíblia, e afirmam absurdos em defesa do antigo deus egípcio que fora adorado por Israel e Judá

(Veja Artigo das duas Irmãs apóstatas - http://tempodofim3.tripod.com/DuasIrmas.htm)

 

8 – Crer que exista um Deus Triúno é negar a realidade da morte e da ressurreição de Cristo, pois Deus não pode morrer, e estamos nós anulando o sacrifício de Cristo, e sua importância para nossa salvação?

 Um Só Deus

 

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