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BATISMO NAS ÁGUAS

 

 

Simples, objetiva e sem sombras de variação, assim é a Palavra de Deus.

As muitas vozes na terra trazem confusão ou sei lá quantas interpretações possíveis.

A Palavra não admite particular interpretação e, somente assim, o Caminho de Deus será Perfeito.

Desde a criação, da primeira letra escrita pelos homens inspirados por Deus, tudo tem seu propósito, Deus não é Deus que escreve por escrever, Deus não “acha” interessante e faz simplesmente constar. Não. Tudo o que está escrito tem propósito.

Se nas coisas que estão em evidência há severas divergências contra a Palavra, que diremos das que necessitam discernimento espiritual?

A Palavra, por si mesma, FALA. Quando uma chave abre novidades, muito do que já é sabido necessita ser reconsiderado!

Iniciando o assunto “BATISMO NAS ÁGUAS”.

PARTE I – A IGREJA FACILITA OU DIFICULTA A ENTRADA NO REINO DOS CÉUS?

Quando é afirmado que o batismo nas águas é apenas um ritual simbólico, limita-se ao entendimento de que não gera conseqüências, além do simples cumprimento de uma ordenança formal (externa), formalizadora de uma ordem. E, que não produz consequências espirituais (interna).

  Como é dominante o ensino: é um testemunho público.

  Há o entendimento de que o crente, não batizado nas águas, não pode participar da Santa Ceia do Senhor, ou seja, ele não pode sentar-se à mesa com o Senhor e seus irmãos (se é que tem o direito de ser chamado de irmão, neste caso).

  Participar da Santa Ceia do Senhor implica que o crente faz parte do Corpo de Cristo – da Igreja – e que nela está incluso e congregado – ligado – à cabeça que é Cristo.

  Se o crente não participa da Ceia por não ser batizado nas águas, significa que, só pelo batismo nas águas terá acesso, poderá ser congregado ao Corpo de  Cristo – a Igreja – e estar, assim, ligado à cabeça que é Cristo.

  Se não pode participar da Ceia, fica também implícito que não está ligado à Igreja, pois, a sua fé está debaixo de um pré-juízo, aguardando decisão, ou seja, aguarda julgamento da sua fé.

  Se não pertence ao Corpo de Cristo, significa que não pertence à Deus e, não está congregado ao Corpo de Cristo porque não foi batizado, dando a entender que o acesso ao Corpo não é crer mas batizar.

  Se o crente não pertence ao Corpo de Cristo (se não está ligado), significa que não é justificado e que, também, Cristo ainda não é o seu Senhor, mesmo crendo nele de todo o coração – ou seja – só o batismo nas águas pode dar legitimidade à sua fé, integrando-o, ligando-o, congregando-o ao Corpo de Cristo.

Mt 16:19 - E eu te darei as chaves do reino dos céus, e tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus.

Mt 18:

18  Em verdade vos digo que tudo o que ligardes na terra será ligado no céu, e tudo o que desligardes na terra será desligado no céu.

19  Também vos digo que, se dois de vós concordarem na terra acerca de qualquer coisa que pedirem, isso lhes será feito por meu Pai, que está nos céus.

20    Porque onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles.

1 Co 10:16  Porventura, o cálice de bênção que abençoamos não é a comunhão do sangue de Cristo? O pão que partimos não é, porventura, a comunhão do Corpo de Cristo?

17  Porque nós, sendo muitos, somos um só pão e um só corpo; porque todos participamos do mesmo pão.

  Acompanhando esses vínculos de entendimento fica também inserido que, se o crente, ainda, não pertence ao Corpo de Cristo, à comunhão dos santos, ele não tem salvação e, ainda, aguarda outro julgamento (de quem ?), porque a igreja não uniu-o à ela, porque, ela mesma, não realizou o batismo nas águas.

  Jesus diz que a circuncisão é do coração, crer de todo o coração e, não a circuncisão da letra.

  Felipe disse ao eunuco de Candace que nada impediria ser batizado, pois, era lícito ser batizado se cresse de todo o coração (At 8:37). É lícito, ou seja, é honesto, é correto, é justo, está de conformidade com a lei.

– Qual a lei de Deus que dá essa licitude?  Seria a do amor, conforme a graça de Jesus Cristo, crendo de todo o coração? Qual a justiça, a dos doutrinadores conforme a letra ou próprias razões ou a de Jesus Cristo?

 

  Lembrando:

Não é certo usar as expressões: na minha opinião; eu acho; eu entendo; do meu ponto de vista; o meu ministério diz; a doutrina da minha igreja; eu defendo a doutrina tal e o outro a outra tal… enfim, ninguém é dono de uma verdade pessoal, porque a Palavra de Deus não permite “novos inspiradores”, A Palavra já tem seu Mestre e Senhor.

 

  Se a pessoa não está apta para ser batizada, diante de tantos julgamentos antecipados, então, (para os que crêem no dízimo – DA FORMA COM QUE É COLOCADO, ATUALMENTE), muito menos apta está, para dizimar. Entretando, sabemos que a pessoa, a primeira coisa em que é insistentemente lembrada é que, aceitou Jesus, já pode começar a dizimar, mesmo sem entender o que está fazendo, senão o inimigo  terá habilitação sobre ela e não poderá ser abençoada por Deus, porque estará roubando de Deus.

Começa a fazer por medo – o “deus dízimo” começa o seu trabalho.

A Palavra diz que Deus não está preocupado com o dinheiro deste mundo mas, com o roubo das almas que são Dele. Quem é pior diante de Deus: o que possivelmente esteja roubando o dinheiro Dele (chega a ser ridículo expressar assim), ou aqueles que estão realmente roubando as almas que pertencem à Deus, que foram compradas pelo Senhor da Glória, Jesus Cristo?

Este é o roubo que Deus sempre falou. Ele diz que você pode dar todo o dinheiro do mundo mas se não houver amor para nada vale – uma alma vale mais que o mundo inteiro – (Jesus não diz que alma vale mais que todo o dinheiro deste mundo mas que vale mais que o mundo inteiro). Jesus, por uma só alma faria o mesmo que fez, entende?

E 10% do dinheiro diante desse mundo? Qual o valor de uma alma? 10% do dinheiro deste mundo?

Porque alguns ensinam que se a pessoa não entregar o dízimo perde a salvação...

Jesus falou para julgar segundo a reta justiça.

 Rm 6:

3  Ou não sabeis que todos quantos fomos batizados em Jesus Cristo fomos batizados na sua morte?

4  De sorte que fomos sepultados com ele pelo batismo na morte; para que, como Cristo ressuscitou dos mortos pela glória do Pai, assim andemos nós também em novidade de vida.

5  Porque, se fomos plantados juntamente com ele na semelhança da sua morte, também o seremos na da sua ressurreição;

6  sabendo isto: que o nosso velho homem foi com ele crucificado, para que o corpo do pecado seja desfeito, a fim de que não sirvamos mais ao pecado.

7  Porque aquele que está morto está justificado do pecado.

 

Sendo na morte de Cristo, sepultamento e ressurreição, significa que crendo Nele de todo o coração, não é o juízo de outro a não ser o Dele que me dá o direito de ser batizado.

Quem ordenou esse direito sem qualquer outro julgamento foi o Senhor e Sua Palavra.

Se ocorre cerceamento desse direito, dessa graça, mesmo crendo, a porta dos céus – que é o próprio Senhor – ainda está fechada para mim, mas não por causa Dele, mas por causa dos juízes deste mundo, juízes da minha fé. Pode isso? Julgar a fé e aquilo que ainda não aconteceu. Julgando por previsões de análises humanas.

Com esta breve observação, surge uma pergunta.

QUEM REALMENTE PARTICIPA INDIGNAMENTE DA MESA DO SENHOR?

 

  O crente, novo convertido, orientado ou não, alega estar consciente que necessita, por exemplo, PRIMEIRO deixar de fumar e, só então, submeter-se ao batismo nas águas e participar, da Ceia do Senhor. E, não sendo batizado, também, a justificação está aguardando deliberação. Rm 6:7

Essa consciência da pessoa sempre é manifestada porque “alguém pregou” alguma coisa para ela.

Quando a pessoa, depois de assim estar conscientizada, julga-se e exclui-se da mesa da Ceia do Senhor, está ao mesmo tempo dizendo, conforme já vimos acima: que não tem condições de ser, ainda, chamada de irmão, porque se não participou do batismo que conseqüentemente desautoriza da Ceia, não faz parte do Corpo de Cristo. Está essa pessoa à margem, mesmo crendo de todo o coração no Senhor e desejando ser santificada pelo Seu poder.

  Fraquezas? Quem mede a proporção delas de uma pessoa para outra? Quem pode julgar essas coisas?

Pessoa que não pode ser batizada porque ainda não é digna, está com contaminações.  

 

Agora, se a pessoa que foi batizada peca e se contamina, por conseqüência, o seu batismo foi inútil? Seria necessário novo batismo? Os que estão dentro não podem alegar ignorância e o peso seria maior e, aquele que autorizou o batismo deveria “pagar junto”? E o Certificado (papel) do Batismo (!), recolhe, rasga, suspende o Certificado...

 

Uma consideração específica aqui:

 

O CERTIFICADO DO BATISMO NAS ÁGUAS

 

Certificar é: afirmar a certeza de; atestar; afirmar, asseverar.

 

Qual o propósito real de um Certificado de Batismo?

Qual o valor real de um Certificado de Batismo?

 

Se o ato do batismo foi certificado, entende-se que o “documento” tem sua razão de existir. Não se redige documento sem finalidade, principalmente, assinado por um responsável.

 

Perguntas: Diante de Deus, qual o valor desse Certificado?

Buscamos somente as coisas que têm valor real diante de Deus ou devemos nos amarrar com o que não tem valor nenhum?

Nossa fé está ligada aos Certificados ou ao significado espiritual e sério do batismo?

Para o gasto no material para produção de certificados, quantos pratos de comida é possível fazer e dar aos que precisam e,  às vezes, a pessoa está precisando da comida e não do Certificado.

Ensina-se a alegria do que é aparente, vaidades, ou a que é do Espírito?

 

  De um lado uns lançam juízo dos fatores externos, impedindo a entrada no Reino de Deus, entretanto, pelo outro lado, procede-se a juízos de fatores mais sérios, insondáveis e futuros, internos, íntimos, cerceando a entrada no Reino de Deus.

  A Igreja do Senhor Jesus é a porta do Reino dos Céus na terra. Jesus diz no Evangelho de João 10:7 que Ele é a Porta. A Igreja é o Corpo de Cristo.

 

Se pode entrar pela Porta, que é o principal, como cercear o secundário?

 

Creio que é inteligível a extensão dessa frase acima. Não só para este assunto que estamos conversando, mas tantos outros que cerceiam a entrada no Reino.

Uma coisa eu sei por entendimento, que naquele dia as ovelhas que Deus mandou para a Igreja, mas que estão amarradas do lado de fora, serão trocadas pelos que as amarraram.

O batismo nas águas, conforme a doutrina hoje, “recebe” a pessoa, integrando-a na comunhão da Igreja. Interessante essa expressão: Integrar.

Só que:

Haverá uma prévia para ver se a pessoa tem condições de ser crente, se convém que ela seja integrada, se está apta (precisa ser aprovada) para ser alguém chamada de irmão, se pode participar da comunhão da mesa do Senhor. O candidato é submetido a um provão.

Aquele que Deus chamou, o homem transforma, dissimuladamente, em candidato.

Disso nascem os laços que fazem permanecer fora da porta. É como se houvesse um porteiro na entrada. Porteiro que Deus não colocou.

Com a sutileza do “ainda não decidi” o mundo e seu príncipe ficam ganhando pontos.

Romanos 10:

8  Mas que diz? A palavra está junto de ti, na tua boca e no teu coração; esta é a palavra da fé, que pregamos,

9 a saber: Se, com a tua boca, confessares ao Senhor Jesus e, em teu coração, creres que Deus o ressuscitou dos mortos, serás salvo.

10 Visto que com o coração se crê para a justiça, e com a boca se faz confissão para a salvação.

11  Porque a Escritura diz: Todo aquele que nele crer não será confundido.

12  Porquanto não há diferença entre judeu e grego, porque um mesmo é o Senhor de todos, rico para com todos os que o invocam.

13  Porque todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo.

 

SERÁ SALVO. Todo aquele que crê não será confundido!

 

Mas sabemos que a forma como as doutrinas tratam este assunto, é para trazer confusão na cabeça daquele que começou a crer e, a porta aberta para ele começa parecer difícil, tendo de ficar do lado de fora sem poder ter o direito de ser chamado de filho de Deus e nem de irmão!!! Isso é terrível diante da Palavra acima. Que sabedoria é essas que cerceia a entrada no Reino? Igreja de doutores em divindade?

  O primeiro procedimento que a pessoa necessita ao entrar pelas portas da igreja é morrer para o mundo e,  conforme a palavra de Deus, o batismo nas águas é isso. Não precisa ser aos olhos de uma multidão de pessoas, data especial, dia agendado etc etc, mas conforme a simplicidade, sinceridade, seriedade e responsabilidade. Certamente a festa nos Céus é que precisa existir, mesmo que seja uma pessoa só, num riacho nos confins deste mundo. Deus conhece essa pessoa. O excessivo ritualismo amarra a liberdade da graça e simplicidade que há em Cristo.

 

Uma pessoa que é viciada em drogas, perdida, cheia de problemas e, próximo do último fôlego de vida, sem nenhuma outra pessoa junto à ela, clama o nome de Jesus Cristo, rogando a salvação de sua alma.

Jesus diria para essa pessoa isso? “ Veja bem, infelizmente não há tempo. Você não pode pertencer ao meu Reino porque não há tempo para avaliar se você abandonaria os erros de sua vida, se você seria liberta dos vícios, enfim, não sei se você seria um bom crente. Você teria que fazer um curso para receber um Certificado confirmando o seu registro aqui no Céu de que foi aceita pela minha Igreja através do batismo nas águas, o que legitimaria a sua fé. Sem o Certificado você não pode estar inscrito no livro da vida e, nem também participar da minha mesa. Apesar de estar escrito na carta de Paulo aos Romanos no capítulo dez, versículo treze (Rm 10:13) Porque todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo... foi só uma “força de expressão”, não é bem assim e, o Felipe ter dito ao eunuco de Candace em Atos 8:37 que era lícito ser batizado se cresse de todo o coração, houve precipitação de sua parte”.

 

 

PARTE II – A exclusão das crianças do Batismo nas Águas e da Santa Ceia do Senhor.

Jesus Cristo faria isso na Casa e mesa Dele?

Do assunto exposto surgirá a questão:

“Quem, realmente, participa indignamente da mesa do Senhor?”

 

Uns ensinam que o Batismo nas Águas não salva, não liberta, não purifica e que é apenas um ritual que deve ser observado pelo crente verdadeiro, por tratar-se de ordem divina, meio pelo qual cada novo convertido é recebido na igreja.

Aqui há confusão porque, primeiro Jesus disse que os da Nova Aliança não ficariam presos a rituais meramente formais. Se for só ritual é perda de tempo e dispensável. Mas esse mesmo ensino diz que é somente para o crente verdadeiro. Aqui há confusão.

E, além disso, é o meio pelo qual o novo convertido é recebido na Igreja. Isso já foi conversado nas páginas anteriores, mas, ao mesmo tempo, diz que é só um ritual (nada sério) – aqui há divergência. Fica subentendido que a sua recepção na igreja depende do Batismo. Então, não é só ritual formal, tem de haver um motivo espiritual! São figuras de coisas espirituais. Mais confusão!

É assim que a simplicidade de Cristo vai sendo perdida de vista, a sabedoria humana querendo administrar coisas espirituais e dizer o que Deus não disse.

 

Outro item constante em ensinos é que o Batismo é ministrado à pessoas convertidas, maiores de 12 anos, que prometam congregar regularmente, viver com toda obediência à Palavra de Deus e contribuir espontaneamente com seus dízimos e ofertas.

Se a idade é o fator que firma a capacitação da criança para entender as coisas da fé, tornando-a apta para ser batizada, então, Jesus Cristo demorou muito para compreender e, somente em idade adulta apresentou-se para seu batismo. Tem sido comum isso: usar um referencial natural para determinar o espiritual.

Se o ideal referencial é a idade, então, ninguém melhor do que Cristo para tal.

Mas, estendendo um pouco este parágrafo, é importante esclarecer que a consagração e separação de Cristo conforme a Lei, no Velho Testamento, foi realizado no oitavo dia de vida, na sua circuncisão. É circuncisão que entrega e separa o que pertence a Deus, ao povo de Deus, figura do batismo na Nova Aliança. Ainda, quando Jesus foi ter com João Batista junto ao Jordão para ser batizado por ele, João dizia: “eu careço ser batizado por Ti, e vens Tu a mim?” E Jesus respondeu-lhe:”Deixa por agora, porque assim nos convém cumprir toda a justiça.”

 

Confirmando as Sombras das Coisas Futuras, lemos no livro de Gênesis, capítulo 17, do versículo 9 ao 14, quando Deus fala a Abraão sobre o concerto, enfatizando aqui, a circuncisão no oitavo dia (separação e consagração para Deus), os que nascem na casa (hoje, filhos de pais crentes, pais santos e santificados), e o comprado por dinheiro a qualquer estrangeiro (no Novo Testamento os estrangeiros são os gentios, todos os que não pertencem à comunidade de Israel - Israel, hoje, é a Igreja de Jesus Cristo e gentios são os que não receberam o Evangelho da Graça, comprados pelo preço, hoje, o amor de Deus, Jesus Cristo).  

 

Agora, considerarei a expressão “prometer” – conforme acima em destaque. É importante, para você que está lendo, e tomei para mim há tempos, interpretar as entrelinhas dos textos para sabermos o que nos é dado para comer.

 

Uma criança de 12 anos de idade fazer uma promessa. Preciso ir além? É o que se lê e se ouve em ensinos e Estatutos. Ainda, pasmem, observe a montagem do entendimento: “...prometer ... contribuir espontaneamente com seus dízimos e ofertas.” (Leia os Votos Batismais).  Uma criança de 12 anos assume um compromisso diante de Deus e ninguém está autorizado a falar em nome dela; ela assume! Saberia uma criança a diferença entre promessa, juramento e voto?

 

A Palavra ensina a não fazer juramento. Seja o seu falar sim sim, não não, e o que passar disso...sabe o texto? (Mateus 5: 34   Eu, porém, vos digo que, de maneira nenhuma, jureis nem pelo céu, porque é o trono de Deus,   35  nem pela terra, porque é o escabelo de seus pés, nem por Jerusalém, porque é a cidade do grande Rei,  36  nem jurarás pela tua cabeça, porque não podes tornar um cabelo branco ou preto.   37  Seja, porém, o vosso falar: Sim, sim; não, não, porque o que passa disso é de procedência maligna).

 

Diz-se também, que é celebrado o Batismo para pessoas convertidas... ou seja, não resolve declarar que crê e Jesus é tudo, mas que ficará do lado de fora do Corpo (Igreja) até provar que converteu.

 

Doze anos! Na interpretação do Velho Testamento (mais adiante) este item será implícito.

 

Ensina-se que a Ceia é ministrada à todos os crentes que são batizados nas águas. Diante da discriminação subliminar não é possível dizer que haja crente não batizado nas águas participando da Ceia do Senhor. Acrescentando que essas pessoas, as batizadas, estariam aptas para discernirem o Corpo do Senhor. Então, as crianças não são salvas e nem pertencem ao Corpo se não podem participar da Ceia?

 

A confusão de palavras mais enredam do que libertam. O próprio Jesus disse para deixar ir à Ele os pequeninos pois dos tais é o Reino dos Céus e se não recebermos o Reino como crianças não entraremos nele. Por que, então, tanta sabedoria confusa e cerceadora?

 

Mateus 18:10  Vede, não desprezeis algum destes pequeninos, porque eu vos digo que os seus anjos nos céus sempre vêem a face de meu Pai que está nos céus.

Conforme a doutrina dos homens, a afirmação de Jesus e os anjos estão sem qualquer valor, porque os homens já possuem uma regra que está acima de outra palavra qualquer.

Mateus 18:14  Assim também não é vontade de vosso Pai, que está nos céus, que um destes pequeninos se perca.

Mateus 19:14  Jesus, porém, disse: Deixai os pequeninos e não os estorveis de vir a mim, porque dos tais é o Reino dos céus.          

 

As crianças e nós, sem exceção ou acepção de idade e entendimento de capacidade intelectiva, somos os pequeninos do Senhor. Tente ver os olhos do Senhor atentando para uma criança dentro de uma Igreja no momento da Ceia e o pão passando por ela e sendo admoestada a não pegar porque ela não é digna... não compreende o significado daquele ato... meu coração doeu agora.

A criança é admoestada ou já previamente impedida de participar da mesa do Senhor conforme a doutrina do ministério da Igreja porque ela não é considerada um filho de Deus, não é considerada pertencente a Deus.

 

Desculpem-me. Passei o dia em agonia no coração e agora, 20:27h de 24 de setembro, entendo o que estava para vir à luz e escrever. É difícil escrever essas coisas. Chega dar vontade de levantar e sair andando pelas ruas com desgosto e dor, olhando para os templários da vaidade e soberba, que manifestam um império de idolatria disfarçada de “o melhor para o Senhor”. Qual melhor? Para quem? Para Ele?

Diante da Palavra que o Mestre disse, se dos tais pequeninos já é o Reino dos Céus, quem é o sábio (doutor em divindade) e autoridade para afirmar que uma criança precisa ter 12 (doze) anos com discernimento (e com promessa!), para sentar-se à mesa na Santa Ceia do e com o Senhor, contrariando a verdade real por Ele revelada? A mesa do Senhor, aqui, representa a mesa nos Céus. A Igreja do Senhor, aqui, representa a Igreja nos Céus.

 

Dias atrás conversando com uma irmã, falando do assunto das crianças na Santa Ceia do Senhor ela disse conforme é o entendimento da doutrina que ela acredita: Na Santa Ceia só participa quem é membro.

Que simplicidade... ela aprendeu assim... parece tão simples falar isso... sempre foi assim... mas, diante da Bíblia é cerceamento do que é direito às crianças no Corpo de Cristo! Isso não incomoda? Saber agora que: aprendeu, ensina e pratica algo contra a Bíblia! Saber que é um cerceador dos direitos das crianças do Senhor?

 

Evangelho de João, capítulo 6, versículo 54 diz: “Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia”.

 

Quem exclui as crianças do direito de comer do pão e beber do cálice está dizendo que não pode participar dessa graça. A evasiva é dizerem: mas a criança não tem pecado, ela não tem entendimento, razão, etc, etc, etc!

Oras! Se ela não tem pecado, entendimento, razão etc, ela é mais digna do que aqueles que possuem tudo isso e no próprio ato da Ceia, negando a Palavra, se opõem à participação dela como Corpo de Cristo. Nem foi por causa do entendimento ou razão pessoais que “os entendidos” foram alcançados, mas por causa da graça. Que nenhuma carne se glorie, diz a Palavra de Deus. Então, conforme a Palavra, da graça, por isso mesmo e por outras verdades, ela deve participar da mesa com o Senhor.

 

Se as crianças não possuem pecado e nem entendimento, QUEM ÀS ACUSA? A PALAVRA DE DEUS?

I Coríntios 7:14 que diz:”Porque o marido descrente é santificado pela mulher; e a mulher descrente é santificada pelo marido; doutra sorte os vossos filhos seriam imundos; mas agora são santos.” Se são santos, por que não participam da mesa do Senhor?

 

Por favor, leia abaixo a sutileza de um ensino que, conforme o Apóstolo Paulo diz, seja anátema, diante da Palavra da verdade.

Ontem, 18.11.2004, peguei uma revista de Escola bíblica e, não foi por acaso, utilizada para ensino de crianças, de aceitação no meio evangélico. Já no início, na primeira página, orientando os professores da Escola bíblica, o autor escreve:

 

“II -  Exemplos de Objetivos:

A. Levar as crianças ao conhecimento de Jesus – da Salvação. É claro que desejamos que as crianças sejam salvas por Jesus o mais breve possível, e lutaremos para que isso aconteça, mas algumas se converterão hoje e outras amanhã. (grifo meu)

Portanto, este objetivo pode ser de longo alcance, porque a cada dia encontramos crianças que ainda não foram alcançadas pela graça de Jesus. (!!!)

B. Levar as crianças ao crescimento no conhecimento da Palavra de Deus.

C. Levar as crianças a trabalharem na obra do Senhor. A criança não precisa esperar a fase adulta para servir ao Senhor, ao contrário, deve começar desde já, e não como diz o corinho: “ Eu vou crescer, eu vou crescer, e quando eu estiver deste tamanho assim (erguem-se os braços para cima), eu quero trabalhar para meu Jesus, enfim”. (...)

Por isso, emerge a necessidade de pedir “discernimento” daquilo que está sendo ensinado para saber que espírito é esse!!! Quem interpretou a Bíblia para entender e ensinar conforme está expresso acima?

Grande é a confusão de ensinos que se dizem “segundo o evangelho de Jesus Cristo”, mas negam, dissimuladamente, a graça e a verdade. Há um esforço inútil sendo aplicado porque, “O Básico”, a essência, está errada conforme está escrito na Palavra. A pessoa que escreveu o texto acima e ensina assim não precisa ficar preocupada em desejar que as crianças sejam salvas por Jesus o mais breve possível, deve sim, ficar preocupada com a sua própria salvação diante dos tropeços colocados contra os pequeninos do Senhor.

NOTA No Tempo do Fim: O sacrifício de Cristo na cruz foi único em sua espécie e salvou TODA a humanidade... Hoje, TODOS nascemos salvos; porém, ao crescer, pouco a pouco vai se contaminando com este mundo pecaminoso e se afastando do Senhor até que um dia, em seu discernimento, percebe que está longe do Criador e deseja por Ele: isto implica em “conversão” – Esta é a MENSAGEM da Justificação pela Fé!

E, depois, diz que a criança não precisa esperar a fase adulta para servir ao Senhor e que deve começar desde já, ou seja, você não é Dele, mas serve, você não é salvo, mas trabalha para Ele... quanta incoerência! Repetindo:

Mateus 19:14  Jesus, porém, disse: Deixai os pequeninos e não os estorveis de vir a mim, porque dos tais “ é “ o Reino dos céus.

Há um ensino que diz da preparação para o Batismo nas Águas, em que, uma pessoa só estará preparada para ser batizada nas águas depois de estar certa do arrependimento dos seus pecados e da sua fé no Senhor Jesus. Desse entendimento, considera a razão de não poder batizar crianças. Afirma que o batismo é uma cerimônia que requer do candidato arrependimento dos seus pecados e, uma criança não pode se arrepender dos seus pecados porque ela não os tem. Que as crianças devem ser apresentadas a Deus, conforme está escrito no Evangelho de Marcos 10:16 “Então, tomando-as nos braços e impondo-lhes as mãos, as abençoava”.

 

Considerações:

  • Jesus impunha as mãos sobre as crianças para abençoá-las, mas sabemos segundo a Palavra, que essas crianças já pertencem a Deus;

  • Lembrando que os filhos nascidos na Casa de Israel eram entregues/separados/consagrados para Deus através do ato da circuncisão ao oitavo dia, figura do batismo nas águas para o Novo Testamento;

  • Se as crianças não têm pecado para arrependimento, por qual argumento bíblico elas são proibidas de participarem da mesa na Santa Ceia do Senhor? Ou seja, não participam do Corpo de Cristo?

  • Fica compreendido no próprio contexto do ensino acima mencionado que o ato de apresentar a criança não tem valor nenhum porque, somente depois que crescer, pecar, o inimigo corromper como puder, e arrependendo-se, só então poderá ser batizada e entregue/separada/consagrada, e chamada filho de Deus!!!

  • Ou então, somente quando atingir uma idade com consciência de fé em Jesus Cristo. Então, apresentar para quê? Perda de tempo! Qualquer coisa pode ser apresentada. Entregar, separar e consagrar porque pertence a Deus é diferente.

  • Eu apresento a criança numa cerimônia sem valor e depois entrego esse pequenino para as “mãos” do mundo.

  • Só depois de pecar poderá arrepender-se para, então, ser batizada e, também ser chamada de filho de Deus. Perdeu tempo apresentando, tirando fotos, filmes, certificados...

  • Você já notou que o assunto dízimos e ofertas é mais insistente e colocado em grau de importância maior que o batismo nas águas? Observe as pregações, ensinos e os assuntos mais “fortes”. O batismo nas águas pode esperar o tempo que quiser, agora, dízimos e ofertas, não.

  • Quando um recém-nascido (de alguns meses) é trazido para ser apresentado diante da Igreja e à Deus, há um  procedimento simples e frio sem qualquer manifestação de glória, mas, quando o assunto é o dízimo e ofertas, metade do culto é só para exaltar a excelência do deus dízimo, conclamando aos ouvintes para consagrar o que é santo ao Senhor. É só ficar atento e vigiando que você vai, também, começar a entender isso. A apresentação da criança reveste-se mais de um ritual formal, mas os dízimos e ofertas já “muda o realce, a valoração, a empolgação, a ênfase”.

 

Atente para essa torpe comparação:

Um recém-nascido é apenas apresentado e, da mesma forma que no Batismo nas Águas, nada extraordinário é aclamado, mas, os dízimos e ofertas são santos e consagrados ao Senhor! Que doutrina e espírito são esses!?

 

Dias atrás lia algo sobre Martin Luther King e, atentei para uma frase. Deus falou através dela: “Não fico preocupado com a violência dos perversos, mas com o silêncio dos bondosos.”

 

Se Jesus diz em Mateus 19:14, deixai os pequeninos e não os estorveis de vir a mim, porque dos tais “ é “ o Reino dos Céus, por que devo esperar ela crescer para pecar, arrepender-se e, só depois poder batizá-la?

 

Se delas (em sua inocência) é o Reino dos Céus significa que já devem ser separadas/consagradas porque pertencem a Deus e, o ato de separação deste mundo é o batismo nas águas.

 

Quem realmente está roubando de Deus e, o quê?

Se não batizo nas águas um pequenino, significa que estou entregando ao mundo (ao príncipe deste mundo) aquele que pertence a Deus, permitindo que o espírito deste mundo faça um estrago, corrompa, arraste para o pecado. A porta para o mundo continua aberta. Então, não batizando uma criança, estou entregando para o mundo alguém que pertence à Casa de Israel.

 

Há aqueles que batizam os recém-nascidos, promovendo um ritual, separando/consagrando/entregando para outros deuses. (o inimigo é esperto e precavido, consagrando urgentemente a criança para ele usando a expressão “batismo”). Não estaríamos nós deixando de fazer o certo para o DEUS certo?

 

O inimigo conhece a Palavra, fazendo por antecipação o que os crentes não fazem ao verdadeiro Deus.

 

Outro item para ser considerado é o “estar debaixo da cobertura da Igreja”, ou seja, estar congregando e sob o domínio e proteção da Igreja, unido, ligado ao Corpo de Cristo.

Agora, considere comigo: diante do pouco que foi entendido até aqui, as crianças vão à Igreja, entretanto são colocadas à margem (nem mesmo podendo participar da santa Ceia), estão dentro da igreja fisicamente mas não pertencentes ao Corpo de Cristo, até que cresçam (e pequem), tomem consciência de fé ou se arrependam de pecados e se convertam e sejam batizadas e, só então, participarão da mesa do Senhor, na Santa Ceia e serão chamadas filhos de Deus. Diante desse quadro conclui-se que a criança não está debaixo da cobertura da Igreja.

 

Se a própria Igreja, pela doutrina, dissimuladamente, coloca-a fora da comunhão do Corpo de Cristo.

Se não foi batizada nas águas, não foi recebida no Corpo de Cristo.

Se não participa da Santa Ceia está excluída da mesa do Senhor, não está debaixo da cobertura da Igreja, não pode ser chamada de filho de Deus – não está debaixo da cobertura de Cristo!!!

Estou entendendo que as crianças precisam de um estudo específico diante do pouco conversado até agora. Um título que vem ao meu pensamento: “As crianças sem o Jesus dos homens.” Importante meditar nessas coisas: Quem realmente não está discernindo o Corpo de Cristo e,

participando indignamente da Ceia do Senhor?

Naquele Dia, as crianças subirão, e os cientistas (doutores) da Palavra...

Não sou eu dizendo, a Palavra diz. Amém!

 

sergio@blues.lord.nom.br

 

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