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AR-MEGIDO

 

No decorrer da história inúmeras batalhas, campanhas e guerras foram travadas por toda a terra. Algumas foram limitadas em abrangência, outras foram globais. Exércitos lutaram por causa de terra e líderes, amor e lealdade, por causas que foram justas e, na maioria das vezes, injustas. A dor, o sofrimento e a morte causados por estes conflitos e pelos que vivenciamos hoje não podem ser calculados.

A Bíblia nos diz que o futuro também será cheio de guerras. Existe um grande conflito profético que tem chamado a atenção de crentes e incrédulos no decorrer dos séculos – Armagedom. Esta batalha é profetizada como o acontecimento mais catastrófico e devastador da história humana. Quer as pessoas acreditem que acontecerá ou não, elas logo se identificam com a magnitude do seu simbolismo. Isso é comentado direta e indiretamente na literatura, no cinema, na propaganda, nos debates políticos, sermões e comentários culturais. Parece que todo mundo tem alguma noção ou idéia a respeito. Algumas das idéias são bíblicas, muitas não.

Só há um lugar onde se pode encontrar informações precisas sobre Armagedom – a Bíblia. Nas suas páginas proféticas lemos não só sobre Armagedom, mas também sobre os eventos que antecedem e seguem essa guerra final da história humana. Apesar de não termos todos os detalhes de Armagedom, recebemos um panorama geral dos planos de Deus para o futuro.

Por que a Bíblia fala de Armagedom? Porque essa batalha afirma a soberania de Deus sobre a história e nos lembra que há um propósito e plano divino que não será frustrado. Um dia Deus acertará todas as contas, julgará todo mal e estabelecerá um reino universal de justiça. A esperança dos crentes no decorrer dos séculos será realizada com a Segunda Vinda de Jesus Cristo e a derrota daqueles que se opuseram a Ele em Armagedom. É por causa dessa esperança que estudamos as profecias, esperando o cumprimento das promessas de Deus.

 

O Que a Bíblia Diz Sobre Armagedom?

Lemos sobre Armagedom em Daniel 11.40-45; Joel 3.9-17; Zacarias 14.1-3; Apocalipse 16.14-16. Essa grande batalha acontecerá nos últimos dias da Queda das Pragas finais... João nos fala que os reis do mundo se reunirão "...para a peleja do grande dia do Deus Todo-Poderoso. ...no lugar que em hebraico se chama Armagedom" (Apocalipse 16.14,16). O local da reunião dos exércitos é a planície de Esdraelom, ao redor da colina chamada Megido, que fica no norte de Israel, a cerca de 32 quilômetros a sudeste de Haifa.

Segundo a Bíblia, grandes exércitos do Oriente e do Ocidente se reunirão nessa planície. O Anticristo reagirá a ameaças ao seu poder provenientes do sul. Ele também tentará destruir a Babilônia restabelecida no leste antes de finalmente voltar suas forças contra Jerusalém. (Durante centenas de anos a Babilônia, localizada no atual Iraque, foi uma das cidades mais importantes do mundo. Segundo Apocalipse 14.8; 16.9; e 17-18, ela será reconstruída novamente nos últimos dias como uma cidade religiosa, social, política e economicamente poderosa). Enquanto o Anticristo e seus exércitos atacarem Jerusalém, Deus intervirá e Jesus Cristo voltará. O Senhor destruirá os exércitos, capturará o Anticristo e o Falso Profeta e os lançará no lago de fogo (Apocalipse 19.11-21).

Quando o Senhor voltar, o poder e o governo do Anticristo terminarão. O Dr. Charles Dyer escreve sobre esse evento:

Daniel, Joel, Zacarias identificam Jerusalém como o local onde a batalha final entre o Anticristo e Cristo acontecerá. Todos os três prevêem que Deus intervirá na história para salvar Seu povo e destruir o exército do Anticristo em Jerusalém. Zacarias prevê que a batalha terminará quando o Messias voltar à terra e Seus pés tocarem o Monte das Oliveiras. Essa batalha termina com a Segunda Vinda de Jesus à terra... 

A batalha de Armagedom – na verdade em Jerusalém – será o combate mais anticlimático da história. À medida em que João descreve os exércitos reunidos de ambos os lados, esperamos testemunhar um conflito épico entre o bem e o mal. Mas não importa quão poderoso alguém seja na terra, tal indivíduo não é páreo para o poder de Deus.

 

O conflito de Armagedom será uma batalha real?

A profecia de Armagedom não é uma alegoria literária ou um mito. Armagedom será um evento real de proporções trágicas para aqueles que desafiam a Deus. Será uma reunião de forças militares reais no Oriente Médio, numa das terras mais disputadas de todos os tempos – uma terra que nunca conheceu paz duradoura. Armagedom será também uma batalha espiritual entre as forças do bem e as do mal. Ela terá o seu desfecho com a intervenção divina e o retorno de Jesus Cristo. (Thomas Ice e Timothy Demy - http://www.chamada.com.br)

 

PANORÂMA:

Islã x Judeus

Enquanto o governo dos EUA e os países da coligação ocidental, como também muitos analistas, tentam cuidadosamente desvincular a luta contra o terror de qualquer componente religioso e buscam dar uma imagem pacífica ao islã, muitas vozes que se ouvem do mundo islâmico são bem mais claras na definição dos seus propósitos.

Devemos considerar que, ao contrário do que ocorre na maioria das nações ocidentais, a linha divisória entre religião e política praticamente não existe nos países islâmicos. Por outro lado, é claro que há muitas pessoas que professam o islamismo mas não defendem a violência nem participam de qualquer atividade terrorista. Por isso, é importante não generalizar, lembrando também que nem todos os árabes são muçulmanos e que muitos povos islâmicos não são árabes.

Entretanto, o argumento de que os terroristas islâmicos não são "verdadeiros muçulmanos" é enganador. Eles são chamados fundamentalistas exatamente porque crêem que os ensinos do Corão dever ser seguidos literalmente. Os liberais ou secularizados é que não são verdadeiros muçulmanos, porque negam os ensinos da religião que alegam seguir.

O texto seguinte foi publicado na edição de fevereiro de 2001 da nossa revista "Notícias de Israel" e ajuda a entender os bastidores do atual conflito e suas conseqüências:

 

A Nova Ordem Mundial

"A atual ordem mundial é um produto do domínio europeu (nessa interpretação, os Estados Unidos são entendidos como um apêndice da Europa e do seu processo civilizatório)." Sayyid Outb, o pai ideológico e a autoridade principal do fundamentalismo islâmico, é autor da previsão de que os dias do domínio ocidental estariam contados e que teria chegado a hora do islã assumir a liderança mundial. Desse modo, ele estabeleceu os parâmetros pelos quais os ativistas muçulmanos entendem a política mundial, ao mesmo tempo em que desenvolvem a consciência da sua civilização.

 

"Assumir a liderança mundial"

Os adeptos do fundamentalismo islâmico não rejeitam apenas a ordem mundial vigente porque ela se baseia em normas e regras ocidentais, mas também exigem que ela seja substituída por uma ordem islâmica baseada em regras muçulmanas. Sayyid Outb declarou abertamente: "Apenas o islã é apropriado para assumir a liderança mundial." É exatamente isso que os fundamentalistas islâmicos imaginam quando falam do novo papel do islã na política mundial.

Outra autoridade na área do fundamentalismo islâmico, o paquistanês Abu a-A’la al-Maududi, também é de opinião que "apenas o islamismo tem condições de assumir a liderança desta era moderna".

 

Visão de mundo rígida

Em contraste com a visão cartesiana ocidental, a visão de mundo islâmica não pode ser debatida, por se basear no Alcorão, que é considerado absoluto e divino. Isso deixa claro que para os fundamentalistas islâmicos não pode haver outra plataforma de interação e comunicação internacional além da sua própria fé religiosa, transformada em fórmula política distorcida. Nessa medida, os resultados de opções políticas de cunho fundamentalista influem na degradação do consenso internacional.

 

Vencer o Ocidente

Outro fundamentalista muçulmano, Hasan al-Sharqawi, também constata abertamente: "Quando Kemal Atatürk (o criador da Turquia moderna. NR) conclamou os muçulmanos a imitarem o Ocidente, ele nada mais tinha em mente do que assemelhar-se ao Ocidente... Essa não é nossa intenção. Nosso objetivo é aprender a manejar as armas modernas e, além disso, saber como elas são fabricadas e desenvolvidas, para vencer nossos inimigos."

Essa afirmação torna claras as implicações da visão de mundo dos fundamentalistas islâmicos, como também as relações entre a difusão de poder e a crescente fragmentação cultural. Conforme Joseph Nye, a causa da difusão de poder é a propagação da tecnologia, que permite a países não-ocidentais fortalecerem seu potencial militar. Assim, a politização da fragmentação cultural contribui não apenas para a desintegração do consenso internacional, mas também se torna, juntamente com a propagação da tecnologia armamentista, uma fonte de desordem e confrontação em meio à estrutura de poder mundial atual. (Schweizerzeit)

Esse artigo esclarece alguns aspectos que poderiam levar a uma guerra futura no Oriente Médio. A Bíblia ensina em suas partes proféticas a respeito dos dias anteriores à volta de Jesus, que haverá uma aliança de paz entre o líder do mundo ocidental e do anticristo com os líderes de Israel.

A humanidade está hoje se encaminhando para uma Nova Ordem Mundial, que servirá para dar início ao domínio mundial nas áreas religiosa, econômica e política. Essa Nova Ordem Mundial é buscada principalmente pelos países ocidentais e está sendo mais e mais imposta. O futuro líder dessa Nova Ordem Mundial firmará um pacto de segurança de sete anos com Israel, que aparentemente garantirá a paz para o Estado judeu.

Mas como os países islâmicos têm dificuldades com essa Nova Ordem Mundial de fundamentos ocidentais e querem estabelecer sua própria ordem mundial, além de odiarem Israel acima de tudo, a aliança de paz do anticristo e do líder ocidental com Israel poderia ser o motivo para os países islâmicos iniciarem uma guerra. Em Daniel 11 está escrito que o "rei do Sul" (Egito) e o "rei do Norte" (Assíria) iniciarão uma guerra com o anticristo, que estará aliado ao líder ocidental. Mas, aparentemente o exército ocidental vencerá e acabará ocupando a terra de Israel (Dn 11.40-43).

Essa guerra será em primeiro lugar contra o mundo ocidental, mas naturalmente também contra Israel, porque foi estabelecida a aliança de paz com os judeus. O mundo islâmico deseja a ruína do Ocidente e não pode tolerar outro poder exceto o do Alcorão. Em Zacarias 12.2 está dito que Jerusalém será inicialmente um cálice de tontear para os povos em redor, antes que todas as nações da terra se lançarão contra Israel (v. 3). Essas nações agrupadas ao redor de Israel são os países árabes, dirigidos segundo o Alcorão. Também a invasão de "Gogue, da terra de Magogue" (veja Ez 38 e 39) refere-se principalmente a países islâmicos, que aliados a "Gogue" virão aos montes de Israel para finalmente serem julgados ali por Deus.

Os porta-vozes da Conferência Islâmica, de que participam 55 países-membros (com uma população muçulmana de 1,3 bilhões de pessoas) manifestaram essa tendência belicista, declarando que não haverá paz no Oriente Médio enquanto Jerusalém estiver nas mãos dos sionistas. Segundo eles, qualquer solução sem Jerusalém seria somente como um fogo abafado que acabará irrompendo e ficará fora de controle.

Posso imaginar que o conflito entre o mundo islâmico e o mundo ocidental aumentará no futuro (provavelmente o Ocidente também reconhecerá o crescente perigo representado pelo islamismo). Mas como Israel é de orientação ocidental, formando um oásis em meio ao mundo islâmico, sendo um ponto estrategicamente importante para o Ocidente, será estabelecido um pacto com Israel, que no início será aceito até mesmo pelo islã, que depois atacará Israel apesar disso.

O cumprimento dos próprios acontecimentos será a melhor explicação... Mas fazemos bem em analisar os acontecimento políticos dos nossos dias à luz da Bíblia, para nos manter vigilantes e exclamar: "Vem breve, Senhor Jesus!" (Norbert Lieth - http://www.chamada.com.br)

 

A REALIDADE do ISLÃ

Quando se alerta a respeito do islã, ou sobre quaisquer outros ensinos ou crenças, isso naturalmente não representa discriminação de pessoas ligadas a essas religiões ou incitação contra elas. O que se apresenta são discordâncias com doutrinas e idéias e não ataques a seus seguidores. Ao mesmo tempo em que apontamos as diferenças entre as afirmações bíblicas e o que as religiões ensinam, devemos levar aos seus adeptos a mensagem de que Deus os amou de tal maneira que deu Seu Filho unigênito (Jo 3.16) para livrá-los do caminho da morte.

 

O islamismo na mídia

Como foram cometidos alguns excessos contra muçulmanos após os atentados nos EUA, está havendo um esforço para apresentar o islamismo positivamente na mídia. Até mesmo o presidente americano George W. Bush visitou uma mesquita e afirmou: “Islã é paz!” Isso, entretanto, não é verdade. Enquanto o islã exige tolerância total e nenhuma discriminação no Ocidente, seus representantes nunca falam que nos países islâmicos não há tolerância para com os cristãos.

 

A realidade do islã

É importante saber o que o islã realmente representa. Seguem alguns trechos esclarecedores de uma entrevista do historiador inglês Paul Johnson à revista “Veja”:

VEJA:...muitos estudiosos têm lembrado nos últimos dias que a religião islâmica prega a paz e a convivência entre os povos.

Johnson – Sim. Há ensinamentos de paz no islamismo, mas eles não compõem o coração da doutrina. A palavra “Islã” não significa paz, mas “submissão”. Basta ler o Corão. A sura 9, versículo 5, decreta: “Matai os idólatras onde quer que os encontreis, e capturai-os, e cercai-os e usai de emboscadas contra eles”. E mais adiante o livro insiste que nações, não importa quão poderosas, deverão ser combatidas “até que abracem o Islã”. Essa é a vertente central, ortodoxa do islamismo. Paz não é uma palavra que se possa encaixar facilmente nessa forma de pensamento. Estamos falando de uma religião imperialista, que parte da premissa de que deve espalhar-se pela força, se necessário.

Na Indonésia, por exemplo, muitos não-muçulmanos são confrontados hoje com uma escolha absurda: converter-se ou morrer. Como contraste, gostaria de citar o exemplo dos Estados Unidos. Eles são de longe o país mais religioso do Ocidente – e não uma sociedade puramente materialista, como costumam dizer seus críticos. A diferença é que lá a religião é uma escolha voluntária. (Veja, 26/9/2001, p. 12).

Certamente também é útil ler o seguinte artigo que publicamos na edição de julho/2001 da revista "Notícias de Israel":

 

Ameaça islâmica

Bin Laden e os palestinos

Especialistas israelenses em terrorismo disseram que centenas de árabes muçulmanos, inclusive palestinos, estão aprendendo técnicas terroristas nos campos organizados por Osama Bin Laden, o suspeito de terrorismo mais procurado pelos Estados Unidos. Para os repórteres, esses pesquisadores afirmaram temer que o atual levante palestino possa ir além de uma luta por um Estado para se tornar uma "guerra santa". Yoram Schweitzer, do Instituto de Política Internacional para Contraterrorismo, sugeriu que os que estão voltando de campos no Afeganistão e na Chechênia estariam planejando uma campanha de terror. "Eles vêem na disputa nacional uma boa chance de transformar esta numa confrontação religiosa", afirmou.

Os palestinos chamam o atual levante de "Intifada de Al Aqsa", referindo-se à mesquita no Monte do Templo, em Jerusalém, reivindicados tanto pelos árabes como pelos judeus. O nome, afirma Schweitzer, dá abertura para os fundamentalistas. O cientista político palestino Ghassan Khatib concorda que elementos religiosos estão tentando dar um outro sentido ao conflito. "O colapso dos esforços de paz e a contínua ocupação israelense da Cisjordânia e Faixa de Gaza fortalecem os fundamentalistas", ressaltou. Outro destacado especialista do instituto em Herzliya, Ely Karmon, disse que a meta estratégica do Hamas (um dos braços armados dos fundamentalistas) é destruir Israel pela luta armada e transformar o novo Estado em um Estado islâmico (Correio do Povo, 20/6/2001).

Na verdade, essas afirmações não deveriam ser novidade para ninguém, mas parece que grande parte do mundo ocidental não compreende o que há por trás do conflito em Israel. Até mesmo muitos evangélicos, que deveriam ter discernimento através do conhecimento das profecias bíblicas, não conseguem avaliar corretamente o que está em jogo. Por isso, é útil ler o que Dave Hunt diz no livro "Jerusalém – Um Cálice de Tontear":

O Islã está envolvido numa guerra santa para obter o controle do mundo! Essa guerra foi iniciada pelo próprio Maomé no século VII, e continua a ser executada hoje por seus seguidores fiéis por meio do terrorismo. Esses terroristas não são radicais ou extremistas, como os meios de comunicação constantemente os rotulam. São, antes, fundamentalistas islâmicos fiéis à sua religião e aos ensinos do Corão, seguindo fielmente as pegadas de seu grande profeta, Maomé. Como um ex-muçulmano e erudito islâmico afirmou:

"Nunca devemos imaginar que tais muçulmanos estejam sendo desnecessariamente perversos. Eles estão simplesmente sendo fiéis à sua religião. A atitude que um bom muçulmano deveria ter para com um judeu ou um cristão não é segredo para ninguém. Na verdade, muito do incitamento à violência e à guerra em todo o Corão é dirigido contra os judeus e os cristãos que rejeitaram o que pensavam ser o estranho deus que Maomé tentava pregar."

Numa tentativa esquizofrênica de negar a verdade, muitos muçulmanos, especialmente os que exercem liderança civil, insistem que o Islã é uma religião pacífica. No entanto, o terrorismo dirigido contra nações árabes com o fim de pressioná-las a adotar a lei islâmica está em perfeito acordo com as táticas que o próprio Maomé empregou para forçar a obediência ao Corão... a violência e o terrorismo têm sido os meios de expandir o Islã desde o princípio, com Maomé e seus sucessores. Esse é o ensino do Corão. Os ensinos do Islã, na verdade, inspiram o terrorismo árabe ao redor do mundo... Os atentados à bomba e os assassinatos vêm de uma motivação religiosa genuína: a destruição de Israel e a sujeição final de todo o mundo à lei islâmica...

Eis aí uma fraternidade de assassinos! Que "deus" abençoaria o terrorismo e a matança de inocentes? Os terroristas islâmicos acreditam estar seguindo as instruções, e ter as bênçãos de Alá. É essa fé que dá aos terroristas islâmicos tamanho zelo e os faz dispostos a sacrificar as próprias vidas pela causa da conquista do mundo pelo Islã. Na verdade, o massacre de inocentes é uma prática honrada no Islã. Em sua guerra contra o Iraque, a República Islâmica do Irã, sob a orientação dos líderes religiosos, limpou campos minados utilizando milhares de garotos de escolas primárias para andar à frente das tropas e dos tanques... Tal sacrifício fanático de vidas é considerado a mais alta façanha no Islã. Como explicou o aiatolá Khomeini: "A mais pura alegria do Islã é matar ou morrer por Alá." Ambas as opções trazem consigo a promessa do paraíso... Para a mente ocidental é impensável que "Deus" pudesse encorajar tal massacre. Para o muçulmano, todavia, violência e derramamento de sangue são a expressão máxima da religião e o caminho seguro para a recompensa eterna...

Não é por acaso que grande parte do terrorismo internacional seja praticado por muçulmanos, nem é estranho que eles não sintam quaisquer remorsos pelo assassinato de mulheres e crianças inocentes. Afinal, todas as vítimas são vistas como infiéis. Também não pode ser negado que é o Corão que dá a um jovem muçulmano a coragem de amarrar uma bomba a seu próprio corpo e detoná-la para matar judeus em Israel. Tal ato, infame por qualquer outro padrão, conquista para o muçulmano a mais alta recompensa no céu...

O fundamentalismo islâmico está em alta em todo o Oriente Médio. Alcança até mesmo o Ocidente, onde o islamismo é a religião que cresce mais depressa. Suas mesquitas estão sendo construídas em número crescente por toda a Europa, Estados Unidos [e outros continentes]...

Publicado anteriormente na revista Notícias de Israel, julho de 2001.

 

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